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Hugo Silva, médio de 29 anos do Créteil/Lusitanos, fez o seu balanço de 2018 e afirmou ao LusoJornal que quer um ano sem lesões e com saúde.

O atleta português deu destaque à experiência que teve no futebol asiático mas igualmente ao seu regresso ao futebol francês, não esquecendo também de abordar o combate à corrupção e a luta contra a miséria no mundo.

 

O que mais o marcou em 2018?

Em 2018 o que mais me marcou a nível desportivo foi ter jogado nas competições internacionais da Ásia e conhecer novos países. A nível pessoal o que mais me marcou negativamente é estar longe das pessoas que amo e uma lesão que nunca tinha tido. O resto considero que foi um ano positivo.

 

Hugo, o que espera a nível pessoal para 2019?

Espero ter saúde que é o mais importante, ter coragem para enfrentar as adversidades que a vida, às vezes, nos coloca. A nível profissional e desportivo espero conseguir o objetivo coletivo para o qual eu aceitei enfrentar.

 

O que espera que possa mudar a nível mundial em 2019?

Espero que seja possível que se consiga combater a corrupção em alguns países, acabar com a fome, a miséria que alguns países estão a atravessar. Sei que é impossível, mas tentar que haja menos desigualdades. Espero que haja mais paz no mundo e harmonia entre as sociedades.

 

 

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