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A cantora franco-portuguesa, Jenyfer Raínho, fez o ‘seu’ balanço de 2019 marcado sobretudo pela catástrofe que se abateu sobre Moçambique, e projetou 2020 que espera ser um ano repleto de iniciativas associativas.

Jenyfer Raínho participou em vários projetos associativos em 2019 e está sempre disponível para ser a madrinha de certas iniciativas, no entanto a cantora quer concretizar ainda mais projetos associativos em 2020. A nível mundial, o desejo passaria pelo fim da miséria e das guerras no mundo.

 

O que mais a marcou em 2019?

Um dos acontecimentos humanitários que mais me marcou, foi o evento da associação “Hirond’ailes” em conjunto com os “Les Amis du Plateau”, para ajudar Mozambique, depois da tragédia acontecida. Conseguimos em pouquíssimo tempo juntar centena de pessoas e mandar para lá produtos de primeira necessidade, tal como o dinheiro recolhido para ajudar o povo de lá.

A forma como o povo aderiu ao movimento dos coletes amarelos, a resposta dos nossos polícias e a paralisia do nosso Governo, sobretudo a forma como os dirigentes do nosso país estão a tentar não resolver a situação. O incêndio da Igreja «Notre-Dame», são outros eventos que me marcaram.

Também fui convidada a apadrinhar uma associação solidária, de menos de 3 meses, baseada em Champigny-sur-Marne, e que tem como objectivo primeiro: dar de comer a quem tem fome, a preço livre, ou completamente gratuito, os “Diamant d’Afrique” (www.diamant-dafrique.com), que são jovens da minha idade, que se juntam 2 vezes por semana para oferecer almoços lá no mercado da vila.

A associação AFPAC (Champigny-sur-Marne) também me convidou a ser uma das madrinhas da mesma, depois de ter inaugurado a casa de Portugal de Champigny-sur-Marne, é com muita alegria e honra que aceitei em 2019 essas funções e espero poder dar o meu contributo pessoal e profissional para ajudar causas como essas que me tocam o coração.

 

O que espera a nível pessoal para 2020?

Espero que a consciência humana que nos rodeia possa evoluir de forma a ter mais amor e caridade para o próximo. Também em conjunto com a associação Hirond’ailes da qual sou a madrinha, iremos concretizar um projeto muito importante, e que a ideia teve nascimento em 2019, não podendo dar mais informações mas deixando os nossos leitores com a certeza que tudo o que já foi falado será realizado.

 

O que espera que possa mudar a nível mundial em 2020?

Espero que os governos se mentalizam da potencialidade energética das nossas mentes. O mundo está num estado crítico e juntos podemos mudar alguma coisa, começando por nós. A venda de armas, o lobby farmacêutico, e que a miséria do mundo fosse apagada por completo. O ideal mesmo seria que todas as guerras acabassem por completo.

 

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