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O jornalista Carlos Tomás é candidato independente pelo Partido Trabalhista Português (PTP) às eleições legislativas de outubro, pelo círculo eleitoral da Europa e diz que “prometo que todo o dinheiro que receber como Deputado – retirando o meu salário que será definido conforme as minhas habilitações literárias e experiência profissional – será investido a favor de causas dos emigrantes ou de causas de solidariedade social. Não quero ganhar um cêntimo que seja como Deputado que não ganhasse no exercício da minha profissão de jornalista e escritor”.

Carlos Tomás dos Santos Nogueira nasceu em Sá da Bandeira (Lubango), cidade angolana, em 1970 e foi para Portugal na sequência do 25 de Abril de 1974. “Nas férias escolares, desde os 14 aos 19 anos, trabalhou na construção civil, desde servente até ‘apontador’ de obra, na empresa Soares da Costa” lê-se numa nota de apresentação.

É jornalista de profissão desde 1989, tendo trabalhado nos jornais Correio da Manhã, Jornal de Notícias e 24horas, onde exerceu cargos de chefia. Foi Diretor do jornal “o Crime” e colaborou com diversas revistas e semanários, nomeadamente com a TV7Dias, Nova Gente, VIP, Expresso, Flash, Tal&Qual, Playboy, TVTop e Focus, entre muitas outras publicações nacionais e internacionais.

Foi comentador criminal do programa da TVI “Olá Portugal”, apresentado por Manuel Luís Goucha. Também foi colaborador da Correio da Manhã Rádio, da Rádio Comercial, da Estação Rádio Madeira, da Rádio Clube do Funchal e da Rádio Jornal da Madeira.

É autor dos livros “Carlos Cruz: as grades do sofrimento” e “Matar à Portuguesa”.

Atualmente é responsável pelo jornal local “O Comércio de Massamá e Monte Abraão”, onde desenvolve um projeto de jornalismo com os alunos da Escola Secundária Stuart Carvalhais. Reside atualmente em Massamá, conselho de Sintra.

Diz que se identifica “com todos os ideais políticos, da direita à esquerda, que defendam os cidadãos e não os candidatos ou partidos” e acrescenta que se preocupa com os problemas dos emigrantes portugueses na Europa e no Mundo.

Afirma que acompanha “diariamente” a diáspora portuguesa e quer ser “a voz dos emigrantes no Parlamento português”.

“Não apelo ao vosso voto no PTP. Mas apelo a todos os emigrantes portugueses para me ajudarem a conhecer os vossos problemas e lutar para que o vosso dia de hoje seja sempre melhor do que o de ontem”.

 

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