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Política

 

Amílcar Martins, Diretor comercial e mediação imobiliária, residente na Amadora, mas com alguns anos de emigração em França, é o candidato do partido Alternativa Democrática Nacional (ADN) às eleições legislativas antecipadas de 30 de janeiro, pelo círculo eleitoral da emigração na Europa.

Amílcar Martins nasceu em Vimioso, no distrito de Bragança, há 68 anos, mas mora agora na Amadora, na região de Lisboa. Estudou no Liceu Boissières, em Paris, e de regresso a Portugal, licenciou-se em Direito na Universidade Lusófona.

Em Paris foi técnico profissional na indústria automóvel, na Peugeot, Renault e Honda France, entre 1975 e 1990. Depois foi quadro técnico de construção civil e decoração imobiliária, na ARCAD, também em Paris, de 1990 a 1992, altura em que regressou a Portugal e se instalou na Amadora. Começou por criar uma editora publicitária, depois tirou um curso de mediação imobiliária “Create21” na Century21, e continuou no setor da imobiliária até hoje.

Esta não é a primeira experiência política de Amílcar Martins porque foi, durante 12 anos – 4 mandatos consecutivos de quatro anos – Presidente da Junta de Freguesia de S. Brás, Amadora. Foi também membro da Assembleia Municipal da Amadora. Foi ainda candidato à Presidência da Câmara Municipal de Vimioso em 2013, foi candidato a Deputado nas Eleições Legislativas de 2015 e em 2017 e 2021 foi candidato independente à Assembleia de Freguesia de Mina de Água, tendo sido eleito para o órgão.

Tem no currículo uma participação associativa bastante grande, entre os quais membro fundador do Rancho Folclórico de S. Brás. Foi paraquedista civil e militar antes de vir para Paris e praticou futebol na 3ª Divisão B da Liga Francesa de Futebol, entre 1980 e 1987.

Amílcar Martins é autor de várias obras, entre as quais da BD “Tesouro Moura Encantada” e “A Libertação do Homem pelo Homem, Entre a Espada e a Parede”.

O ADN – Alternativa Democrática Nacional “é um partido interclassista, constituído por um vasto conjunto de cidadãos com ideias válidas e percursos de vida alicerçados no trabalho honesto, das mais variadas origens sociais e políticas” lê-se na página oficial do partido. “O ADN não pode ser catalogado de acordo com a velha dicotomia esquerda/direita, pois é um partido que defende o primado de uma ética política há muito esquecida e tem na sua matriz ideológica e constitutiva os valores éticos universais da liberdade, da justiça e da solidariedade”.

O ADN foi criado por António Marinho e Pinto, no dia 5 de outubro de 2014, e chamava-se então Partido Democrático Republicano (PDR). Definindo-se como “um partido centrista e uma verdadeira alternativa, sem qualquer preconceito ideológico” é presidido atualmente por Bruno Fialho e no dia 13 de março de 2021, o Conselho Nacional aprovou, por unanimidade, a proposta de alteração do nome, estatutos, sigla e símbolo. Passando, a partir de 28 de setembro último a designar-se ADN – Alternativa Democrática Nacional.

 

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