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Política

 

O Partido da Terra (MPT) apresenta-se eleições com um programa centrado numa “verdadeira política de ecologia e humanismo”, que considera ser a “única” que serve o país e que aposta na ecologia, na saúde, na transparência e na igualdade.

“O nossa caminho é o mesmo que trilhamos há quase 30 anos: queremos levar ao Governo uma verdadeira política de ecologia e humanismo”, disse o presidente do partido à agência Lusa, considerando que no parlamento “não há ninguém” que defenda essas questões.

Pedro Soares Pimenta, que se definiu como “um presidente atípico”, porque não é um político, garantiu que o principal objetivo do partido, “cuja matriz principal se situa no centro-direita”, é ver “os problemas do país resolvidos”.

O partido, fundado em 1993, aposta também na revisão do código penal por entender que “as leis atuais deixam uma porta aberta para que os ricos se safem sempre”. “É precisa uma verdadeira alteração ao código penal, e este deve ser um trabalho que envolva os partidos e sociedade civil”, afirmou o presidente do MPT.

Pedro Soares Pimenta defendeu também a necessidade de integrar a diáspora nos processos eleitorais, considerando essencial a realização de censos aos portugueses que vivem no estrangeiro. “Há números que indicam que cerca de cinco milhões de portugueses, e desses apenas um milhão está recenseado”, afirmou o líder do MPT, defendendo também uma revisão do número Deputados eleitos pelos círculos fora do país.

O partido, que em 2019 teve 12.952 votos (0,25%), depois de ter conseguido 22.596 (0,42%) em 2015, considera que um bom resultado nas próximas eleições “será tudo o que esteja acima dos 13.000 votos.

O Presidente assegurou que o partido vai fazer campanha “com orçamento zero” apostando na “perseverança e muita teimosia dos seus candidatos e militantes”.

 

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