A cantautora portuguesa Marta Lima vai iniciar a sua primeira digressão internacional, que a levará a várias cidades francesas ao longo do mês de agosto, antes de terminar em Espanha. Depois de lançar “Maré Cheia”, o single que antecipa o seu aguardado álbum de estreia previsto para 2027, a artista parte agora para uma série de concertos que reforça a expansão da nova canção portuguesa além‑fronteiras.
A digressão, realizada em parceria com a autora‑compositora‑intérprete francesa Daphné Chenel, inclui oito datas em França, começando a 17 de agosto em Paris, no espaço Les Belles. Seguem‑se atuações em Saint‑Malo (Espace Sugoi, 18 de agosto), Dinan (Shemsea, 19 de agosto), Nantes (Les Bien Aimées, 20 de agosto), La Rochelle (Les Jolies Fleurs, 21 de agosto), Bordeaux (L’Impromptu, 22 de agosto), Pau (Danser sous la Plume, 23 de agosto) e Collioure (Galerie Rière, 24 de agosto). A tournée prossegue depois para Barcelona e Madrid, onde se encerra a 26 de agosto.
Com dois EP já editados e presença em alguns dos maiores festivais portugueses – NOS Alive, Vodafone Paredes de Coura ou Festival F – Marta Lima afirma‑se como uma das vozes emergentes da nova geração de cantautores. Nesta digressão, apresentará não só as canções que já conquistaram público em Portugal, mas também temas inéditos do seu futuro álbum, num universo marcado pela delicadeza, autenticidade e uma escrita profundamente íntima.
Também para Daphné Chenel esta tournée representa um momento decisivo. Após o lançamento do seu primeiro EP, a artista francesa encontra‑se a finalizar o seu álbum de estreia, previsto para o final de 2026, e várias das novas composições serão reveladas ao público ao longo destas apresentações conjuntas.
Mais do que uma série de concertos, esta digressão simboliza o encontro entre duas criadoras que transportam consigo novas vozes da canção francesa e portuguesa. Durante o mês de agosto, Marta Lima e Daphné Chenel farão dialogar os seus universos musicais num espetáculo centrado na proximidade, na emoção e na força da palavra, levando a nova música de autor a diferentes regiões de França antes de atravessar a fronteira para Espanha.







