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Ministro Santos Silva foi ao Consulado de Paris ver teatro queirosiano da companhia “Cá e Lá”

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Para assinalar as comemorações do Dia da Língua Portuguesa, o Consulado Geral de Portugal em Paris organizou um evento insólito: Um grupo de atores amadores dos ateliers de teatro animados pela companhia “Cá e Lá”, inspirou-se em vários textos de Eça de Queiroz e deu uma representação “intimista” na presença do próprio Ministro dos Negócios Estrangeiros.

Esta foi a primeira vez que o Ministro português visitou o Consulado Geral de Portugal em Paris e admirou a beleza da sala Eça de Queirós. O escritor português foi Cônsul na capital francesa entre 1888 e 1900, foi aqui que escreveu alguns dos seus livros mais conhecidos e acabou por falecer em Neuilly-sur-Seine.

Para além da sala com o nome do escritor-diplomata, foi também inaugurada uma exposição permanente sobre o autor naquele posto consular.

“Todos temos muito orgulho de Eça de Queiroz figurar entre os grandes diplomatas portugueses, quer com a sua atividade como Cônsul em Havana e, depois, Cônsul em Paris. Também Eça de Queiroz inscreve-se na tradição dos diplomatas escritores porque o cosmopolitismo, essa capacidade de atravessar várias culturas, estar presente em vários países, que caracteriza os diplomatas e essa sua obrigação de saber analisar com distância e empatia as realidade que vão contactando ao longo da carreira, com a vinculação a Portugal, constitui um cadinho onde se tem fermentado várias inspirações literárias”, referiu o Ministro.

A peça, encenada, com humor, por Graça dos Santos, teve a participação dos alunos dos ateliers de teatro do Cá e Lá. “Uns estão há mais tempo, outros há menos, por isso têm todos níveis diferentes” explicou Graça dos Santos ao Cônsul Geral de Portugal, ao Embaixador de Portugal em França, ao Embaixador junto da OCDE e ao Ministro Santos Silva, que estavam na primeira fila.

São colagens de textos de várias obras do autor. Um dos atores que mais se destacou pelo seu “à vontade” em cena foi o professor universitário José Manuel da Costa Esteves. Mas todos estiveram bem e o (pouco) público presente estava visivelmente satisfeito.

O evento enquadrou-se nas comemorações do Dia da Língua Portuguesa, mas também na 13ª edição do “Parfums de Lisbonne – le Festival d’hurbanités croisées entre Paris e Lisbonne” que Graça dos Santos organiza entre maio e julho.

 

 

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