Uma senha ser-lhe-á enviada por correio electrónico.

Morreu esta quarta-feira, na Venezuela, onde agora vivia, o jornalista Adé Caldeira.

Adérito Caldeira viveu muitos anos em França, na região de Paris, onde foi, nos anos 90, animador sociocultural na Federação das Associações Portuguesas de França (FAPF), a estrutura federativa presidida por José Machado e que tinha sede em Houilles (78).

Adé Caldeira também foi assistente autárquico em Clichy-la-Garenne (92), era membro do Partido Socialista português, e esteve ligado ao movimento folclorista português em França.

Na Venezuela, para onde se mudou em 2008, era jornalista.

Faleceu na capital venezuelana “vítima de doença prolongada”, disseram à Lusa fontes da Comunidade portuguesa local. “Ele foi encontrado morto na sua casa”, explicaram as fontes, precisando que o radialista, de 52 anos.

Membro da direção do Clube de Comunicadores Sociais Luso-venezuelanos, Adé Caldeira, fez parte da Direção de Rádio Arcoense, em Caracas, e organizou vários debates sobre a Comunidade lusa local, em conjunto com várias organismos luso-venezuelanos, entre eles a Associação da Mulher Migrante Luso-venezuelana e o Instituto Português de Cultura.

Formando em gestão de empresas públicas era especializado em Ciências de Comunicação Sociopolítica. Depois de deixar a Rádio Arcoense, criou o “PortuNotícias”, órgão digital de divulgação de informações de interesse para a Comunidade luso-venezuelana.

Em 2016 fundou a associação “Viriato Venezuela” orientada para promover a cultura portuguesa entre os jovens luso-venezuelanos.

 

 

Gostou deste artigo? Vote, participe!
Votação do Leitor 10 Votos
5.4
X