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Desporto

 

Único ciclista português a concluir a 109ª edição do Tour de France, a maior prova velocipédica mundial, foi Nelson Oliveira que concluiu a Volta a França na 52ª posição, a 2:57.39 horas do vencedor, o dinamarquês Jonas Vingegaard (Jumbo-Visma).

Numa entrevista à Lusa, Nelson Oliveira disse esta foi uma das “mais duras” grandes Voltas em que participou, sendo um Tour “dececionante” para a Movistar. “Esta, provavelmente, foi uma mais duras de todas em que participei. Não vou dizer que seja igual à primeira, mas esta foi especialmente difícil por todos os contratempos que tive”, assumiu em declarações à Lusa.

O ciclista de Vilarinho do Bairro (Anadia), com 33 anos, teve Covid uma semana antes do início do Tour, só seguiu para Copenhaga no dia anterior ao arranque da prova, teve uma conjuntivite no início, que o deixou com o olho permanentemente a chorar, caiu na oitava etapa, e ficou a doer as costas até cortar a meta, em Paris. E como se tudo isto não chegasse, o líder da Movistar, o espanhol Enric Mas, desistiu quando seguia em 11º da geral, por estar infetado com Covid.

Este ano, Nelson Oliveira não subiu ao pódio dos Champs Elysées com a sua equipa e confirmou à Lusa que foi um “mau Tour” para a aquipa e para ele pessoalmente. “Espero cá estar para o ano. Eu antes de vir para aqui sentia-me bem, acreditava que ia fazer um bom Tour. Espero que para o ano não tenhamos azar, que tenhamos saúde. E cá estarei novamente a dar luta”, prometeu em declarações à Lusa.

 

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