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A cantora lusodescendente PeGy acaba de lançar, este fim de semana de Páscoa, o single “Saudade”, com Sirando e DJ Magnum, mas já está a preparar o lançamento do seu 4° álbum.

“Troisième Acte” – o 3° álbum de Pegy Araújo – já foi lançado em novembro de 2014, mesmo se entretanto já lançou alguns singles, os mais recentes dos quais são “Jolie Cassandra” e “Poder Cantar”.

Neste momento de pandemia do Covid-19 e de confinamento, PeGy aproveita para refletir também sobre a sociedade e sobre o “novo mundo” que aí vem.

 

Como está a passar este período de confinamento por causa do Covid-19?

Tenho a chance de poder trabalhar em casa, em França…

 

Teve algum concerto anulado neste período?

Sim, alguns, e para mim são todos importantes.

 

Quando espera regressar à atividade?

Espero voltar em breve para poder finalizar o meu 4° álbum e trabalhar no clip do título “Saudade”, com Sirando e DJ Magnum.

 

Durante este período tem aproveitado para novas criações?

Estou sempre em atividade e em criações, a gozar aquilo que mais gosto, as minhas paixões, cantar, compor, escrever, pintar, desenhar… Aproveito para partilhar algumas das minhas composições, dos meus álbuns, fazer showcases em casa, gravar vídeos com os meus músicos, do meu último álbum “Troisième Acte”… continuar a partilhar a minha música nas redes sociais.

 

Está a trabalhar em algum álbum?

Eu acabo de gravar em estúdio o meu 4° álbum e espero em breve finalizar este meu projeto sempre acompanhada por excelentes músicos.

 

Tem mais novidades para anunciar?

Sim, a grande novidade foi o lançamento do título “Saudade” com Sirando e DJ Magnum, no passado dia 11 de abril, às 21h00. Tive imenso prazer de compor e realizar neste projeto que me inspirou bastante, com esta mistura de cultura musical entre fado e reggaeton. É um título cheio de emoções que fala a todos nós, lembra as nossas raízes, as nossas origens, as nossas histórias e o nosso passado comum.

 

Está preocupada com a situação atual de pandemia?

Claro. Hoje todos nós rezamos para que nada nos aconteça. Em face da morte, somos todos iguais. Filhos da terra, do universo, de Deus… sejam quais forem as nossas crenças ou não, a nossa filosofia de vida, desde que sirvam as pessoas e o que nos rodeia.

 

Quando esta situação passar, o que espera do “novo mundo”?

Espero exatamente um Novo Mundo! Eu acho que estamos no início de uma nova era, e porque eu acredito em nós, atrevo-me a acreditar que abriremos os olhos para o mundo e que, com o nosso know-how e com todo o amor que nos inunda, melhoraremos muito… Nós apenas temos que abrir os nossos olhos e os nossos corações.

 

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