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Um cidadão de nacionalidade portuguesa, de 60 anos, e o filho que já nasceu em França, de 37 anos, foram detidos na semana passada em Lyon e acusados de «proxenetismo agravado, tráfico de seres humanos, associação criminosa e branqueamento», disse à Lusa fonte judiciária.

O homem, reformado, alugava cerca de 30 apartamentos a prostitutas, que lhe pagavam em dinheiro, pelo que todos os rendimentos estavam «isentos» de impostos. As prostitutas pagariam cerca de 700 euros por semana.

Os suspeitos, que negaram as acusações, estão em detenção provisória em Lyon enquanto decorre a fase de instrução do processo, na qual pode ser feita uma investigação em Portugal. Dizem à Polícia que desconheciam as atividades dos inquilinos.

A mesma fonte precisou que o suspeito português teria constituído um património imobiliário de «cerca de um milhão e seiscentos mil euros» em Portugal e de «cerca de um milhão de euros» em França. A investigação já começou em 2015 mas «a fase mais ativa» arrancou em maio deste ano.

 

 

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