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Mike Tadjer, lusodescendente que atua no Clermont, na primeira divisão francesa de râguebi, foi eleito o Melhor jogador em campo, no jogo de râguebi entre Portugal e a Geórgia que teve lugar no fim de semana passado em Paris.

Em entrevista ao LusoJornal, Mike Tadjer, de 31 anos, admitiu que o sonho seria disputar o Mundial 2023 em França.

 

O que podemos dizer sobre esta derrota?

Foram detalhes que fizeram a diferença. No mais alto nível, tudo se resolve nos detalhes. Saímos mal no início, depois seguiu-se uma penalidade, um maul e um ensaio. Depois houve novamente um ataque com jogo ao pé da Geórgia que nos causou problemas e marcaram novamente um ensaio. Por detalhes acabamos por sair derrotados deste jogo. Penso que fizemos um bom jogo no seu todo, mas frente a uma Geórgia que está no mais alto nível há muitos anos, fomos castigados.

 

O público esteve presente nas bancadas…

Foi uma honra jogar perante este público, apesar de eu ainda não falar muito português. Comecei a jogar com esta Seleção há sensivelmente seis anos e tenho um enorme orgulhoso, uma grande honra em vestir esta camisola, e fiquei arrepiado com o hino! Cantar o hino em Paris, com toda a família presente, foi algo de muito emocionante. Pensei que ia haver menos pessoas no estádio por causa de tudo o que é extradesportivo, mas fiquei feliz porque acho que tivemos um grande apoio com muito público, e sobretudo um público que nos apoiou durante todo o encontro! Ficamos todos muito felizes com esse apoio.

 

Seria um sonho disputar o Mundial em França?

Seria incrível para mim, não existe algo melhor! Seria uma consagração. São quatro anos a trabalhar para este apuramento, com este grupo guerreiro, e seria incrível disputar o Mundial com o meu país, Portugal, no país que me acolheu, a França. Seria fantástico.

 

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