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O filme “Raposa”, realizado pela portuguesa Leonor Noivo e estreado no 30º Festival Internacional de Cinema de Marselha, recebeu menções especiais em dois prémios da competição internacional do evento.

O único filme português na principal categoria, recebeu menções especiais no Prémio Georges de Beauregard, que distingue produções documentais que testemunhem o seu próprio tempo, e no Prémio Marseille Esperance, para novos valores, enquanto o Grande Prémio do festival foi para o chileno Ignacio Agüero, por “Nunca Subi El Provincia”.

“Raposa”, uma média-metragem documental que aborda um dos aspetos das doenças psiquiátricas comportamentais, teve estreia mundial na competição internacional do FIDMarseille.

O filme “aborda um dos aspetos das doenças psiquiátricas comportamentais”, com Patrícia Guerreiro como protagonista e coargumentista. Atriz e realizadora estão presentes na cerimónia, que decorre hoje, último dia do certame.

“Astuta e esbelta, perseguida e em fuga, ‘Raposa’ é a metáfora de uma obsessão sem fim – em cada respiração, cada gesto, cada pensamento. Marta procura no vazio de seu corpo uma maneira de chegar à sua essência interior, numa busca abstrata de um espírito livre que possa terminar na sua própria libertação”, pode ler-se na sinopse.

Leonor Noivo, que estudou Arquitetura e Fotografia, antes de ingressar na Escola Superior de Teatro e Cinema, é uma das criadoras da Terratreme Filmes, que assumiu a produção e distribuição da obra, com uma duração total de 40 minutos.

LusoJornal Artigos

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