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As remessas dos emigrantes subiram 5,6% no primeiro semestre deste ano, passando de 1.749 milhões de euros, nos primeiros seis meses de 2021, para 1.848 milhões, até junho deste ano, segundo o Banco de Portugal.

De acordo com os dados do regulador financeiro, as remessas enviadas pelos portugueses a trabalhar no estrangeiro subiram 2,72% em junho deste ano face ao período homólogo, contribuindo para a subida de 5,6% no primeiro semestre deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado.

No entanto, as remessas enviadas pelos Portugueses de França durante o mês de junho de 2022, ficaram-se pelos 76,60 milhões de euros. É o valor mais baixo desde janeiro de 2017 (72,68 milhões de euros).

De destacar que estamos longe do valor máximo de remessas enviadas de França (266,95 milhões de euros enviados em julho de 2001), mas também ainda não foi atingido o valor mínimo enviado (52,83 milhões de euros em novembro de 2003).

Se compararmos com junho de 2021, as remessas enviadas pelos Portugueses de França desceram de 88,61 milhões de euros para os atuais 76,60 milhões de euros. No mês anterior, maio de 2022, as remessas de França foram de 90,79 milhões de euros.

Os números hoje disponibilizados na página do Banco de Portugal mostram também que, em sentido inverso, os estrangeiros a trabalhar em Portugal enviaram 265,5 milhões de euros para os seus países de origem, o que mostra uma subida de 8,3% face aos 245,09 milhões enviados nos primeiros seis meses do ano passado.

Olhando apenas para junho, o último mês para o qual há dados disponíveis, os imigrantes enviaram 47,9 milhões de euros para os seus países, o que revela uma subida de 4,8% face aos 45,7 milhões enviados em junho do ano passado.

 

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