25 Abril de 1974 Quarenta e cinco anos de idade Têm os cravos da Revolução Que nos deram a Liberdade Depois da repressão. Gravada na memória De um Povo sofredor
25 de Abril Abril 1974 Paris Abril 2004 Um balão a outro balão Atado Num Amontoado por rede aprisionado uma, duas placas comemorativas por toalhado escondidas e a espera…
Longe de ti Sentir os teus lábios quentes Deslizar sobre o meu corpo E encostado o teu rosto No regaço do meu peito Ser instantes dum desejo Ilusões à vida
Doce És como um doce, mas um doce para entoar, ou sussurrar, e que fosse como canção de embalar. És como um doce, um doce que colmataria como penso, quando
L’émigré Je viens d’un joli pays Une valise à la main Imprégné de mélancolie Je cherche mon destin. Je resterai son fruit D’ailleurs j’ai son teint Le soleil m’a bruni
Páscoa Pregado numa cruz à dois mil anos morria Jesus dizem por amor por cada homem que faz o homem?! a guerra continua quanta escravidão… as crianças ainda morrem
Catedral Imortal (Notre-Dame de Paris) Símbolo de oração e fé Sofreste as labaredas do inferno Que quis destruir o eterno Triste sinal de premonição Em tempo de ressurreição Do bom Jesus
Caravela Quem plantou em mim Esta saudade sem fim; Verde, Vermelha, Ilusão Ventura pr’além do mar! Óh gente do meu País! Tão longe de ti Perto aqui no meu peito:
Introspeção Num acordar de inocências sem destreza, Nas gavetas da minha infância por sorrir, Pés descalços na pobreza Um amanhã que teimava não se abrir. Todo o desalinho do que
Notre Dame de Paris Guerra… Guerras… passaste por elas… abrigaste fugitivos foste refúgio do doente acolheste a lágrima do inocente deixaste os maiores por ti passar… na dor… no orgulho… no
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