[pro_ad_display_adzone id=”46664″] O grande pensador português Eduardo Lourenço deixou o mundo dos vivos no dia 1 de dezembro, mas, na realidade, a sua obra vasta e profunda é a garantia segura que
[pro_ad_display_adzone id=”46664″] Sendo o LusoJornal um meio de informação de referência nas Comunidades Portuguesas, nomeadamente em França, é importante efetuar alguns esclarecimentos em relação ao artigo do mesmo, sob o título “Toulouse:
[pro_ad_display_adzone id=”46664″] Li na última edição do Luso Jornal um artigo sobre o Presidente Trump [ndr: assinado por Cristina Semblano, dirigente nacional do Bloco de Esquerda, radicada na região de Paris]. Gostaria
[pro_ad_display_adzone id=”46664″] 1. A fada “rusga” (*) e a Bela adormecida Um estranho torpor tomou conta do “planeta azul”. Tudo por causa de um simples vírus! Dou comigo a pensar num célebre
[pro_ad_display_adzone id=”46664″] Dizia-me há tempos um amigo que a política é a arte de dizer o que se quer e de convencer toda a gente que temos razão. Se for acompanhada pela
[pro_ad_display_adzone id=”46664″] “A democracia também é escolha, também é diferença. Não é só consenso, é dissenso”. Esta citação recente de Manuel Alegre publicada no Expresso relembra um princípio basilar em democracia. Nestes
[pro_ad_display_adzone id=”46664″] O dia 1 de dezembro de 1640 termina um período de 60 anos de grande descontentamento por parte da população portuguesa com a União Ibérica então existente entre Portugal e
[pro_ad_display_adzone id=”46664″] De nos jours, moi le premier, nous passons énormément de temps devant les réseaux sociaux. Nos ordinateurs, tablette ou smartphone remplacent petit à petit nos télévisions. Certaines stars du net
[pro_ad_display_adzone id=”46664″] E chegamos ao limiar de um novo mês e de uma nova/requentada e agora também estranha realidade. Novas regras de comportamentos controlados (mais controlados, menos controlados, controlados às vezes, outras
[pro_ad_display_adzone id=”46664″] Almeida Garrett, na nota do primeiro ato da peça de teatro, estreada em público em 1843, “Frei Luiz de Sousa”, escrevia: “…estudo que incessantemente tenho feito da linguagem, do sentir,
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