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Duas partidas e duas chegadas para Paris do aeroporto de Lisboa da companhia EasyJet foram canceladas no domingo. A greve da Portway acabou por perturbar essencialmente os voos da companhia lowcost e sobretudo aqueles com destinos europeus, entre eles Paris e Bordeaux.

A adesão à greve dos trabalhadores da Portway provocou atrasos e cancelamentos de voos em Lisboa. A adesão à paralisação no aeroporto de Lisboa no último dia foi entre 80% e 85%, no Porto entre 70% e 75% e Faro e Funchal 50%, disse o Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Aviação Civil.

Em 20 de dezembro transato, o SINTAC anunciou um pré-aviso de greve na Portway para os dias 27,28 e 29 de dezembro nos aeroportos de Lisboa, Porto, Faro e Funchal.

Na altura do pré-aviso de greve, o SINTAC, em comunicado, indicou que decidiu avançar para a greve, porque a empresa, “através dos seus administradores pertencentes ao grupo francês Vinci, “não cumpriu o devido descongelamento de carreiras no passado mês de novembro conforme tinha assinado em 2016”.

Na sexta-feira passada, a Portway, empresa de ‘handling’ (assistência em terra nos aeroportos), disse, em comunicado de imprensa, que a “incoerência” do sindicato que convocou a paralisação “ameaçava a empresa”.

O grupo, detido pela Vinci, classificou a greve de “incompreensível, sem fundamentos”, garantindo que a ação de protesto prejudicava a empresa e, consequentemente, os seus trabalhadores.

A empresa realçou ainda, no mesmo comunicado de imprensa, que estava empenhada em minimizar os impactos da paralisação, “cumprindo escrupulosamente a lei e todas as regulamentações e acordos aplicáveis”.

Segundo a Portway, foi negociado com todos os representantes sindicais da empresa e com o próprio SINTAC um novo AE [acordo de empresa], no passado mês de julho, acordo esse que mereceu o aval positivo de todos”.

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