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Comunidade

 

A Anneau de la Mémoire é o Memorial francês da I Guerra mundial, com a inscrição dos nomes dos 580.000 soldados de todas as nacionalidades, que pereceram em solo de Artois e da Flandres francesa entre 1914 e 1918.

Existem mais de 30 nacionalidades representadas nos painéis deste Memorial. O Império Britânico domina com 294 mil nomes, a segunda lista é a dos Alemães, com 174 mil e a terceira lista é a dos Franceses com 106 mil soldados recentes. Este último número parece menor do que o dos Britânicos e os Alemães, muito simplesmente porque o exército francês partiu para lutar em Verdun a partir de março de 1916, deixando a frente para o exército britânico.

2.266 soldados portugueses constam desta lista e é por isso que a Secretária de Estado das Comunidades Portuguesas, Berta Nunes, visita o Memorial amanhã.

Esta quinta-feira, a equipa do LusoJornal no norte da França, liderada por António Marrucho e Luís Gonçalves, fez um direto a partir do Anneau de la Mémoire.

O espaço, em forma de anel, estende-se por 2,2 hectares disponibilizados pelo Ministério da Defesa, pesa 300 toneladas e tem 345 metros de comprimento, é obra do arquiteto parisiense Philippe Prost e custou 6,7 milhões de euros.

Neste direto, António Marrucho identificou o primeiro soldado da lista – José Joaquim Abelum, de Santa Maria de Lagos, sepultado em Richebourg e o último, Joaquim Xavier, natural de Curralha, no Concelho de Chaves.

Identificou também o único soldado português fuzilado em França, João Augusto Ferreira de Almeida, do Porto e o primeiro soldado português falecido durante a I Guerra mundial: António Gonçalves Curado, de Vila Nova da Barquinha, distrito de Santarém.

Identificou ainda Óscar Monteiro Torres, o único piloto-aviador militar português a morrer no combate.

 

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