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Religião

 

Há duas semanas meditámos as bem-aventuranças.

Na semana passada escutámos o código moral que deve caracterizar a vida dos discípulos de Jesus.

No próximo domingo, dia 27 de fevereiro, continuamos no contexto do longo “discurso da planície” e o Evangelho propõe-nos três breves parábolas que nos alertam sobre os perigos dos maus discípulos e dos falsos mestres.

A parábola dos dois cegos é um aviso a não nos deixarmos seduzir por doutrinas, “mestres” ou gurus que nos afastam dos ensinamentos de Jesus: «Poderá um cego guiar outro cego?»

O segundo dito de Jesus é o da trave na vista e alerta-nos para a hipocrisia daqueles que na comunidade cristã estão sempre à procura da mais pequena falha dos outros para os condenar, mas são incapazes de reconhecer os próprios erros ou de fazer um exame de consciência: «Porque vês o argueiro que o teu irmão tem na vista e não reparas na trave que está na tua?»

O terceiro ensinamento apresenta-nos um critério para discernir quem é o verdadeiro discípulo: é aquele que dá bons frutos. «Não há árvore boa que dê mau fruto, nem árvore má que dê bom fruto».

Dará bons frutos quem tem o coração cheio da mensagem de Jesus e a anuncia fielmente. Essa mensagem não pode gerar senão união, fraternidade e reconciliação. Mas quando as palavras de um “mestre” geram divisões, discórdias e lutas internas na comunidade, elas revelam um coração insensato e distante do Evangelho. Cuidado com esses falsos mestres, pois «o homem mau, da sua maldade tira o mal»…

 

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