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O Presidente da Câmara de Fornos de Algodres apelou ontem aos emigrantes e residentes em outros pontos do país que passam férias no concelho para cumprirem “todas as normas” das autoridades de saúde para evitar contágios de Covid-19.

“O grande apelo que faço, e que nós fazemos sempre, é o de que possam cumprir todas as normas definidas pela Direção-Geral da Saúde (DGS) de maneira a que, depois de um ano terrível que tivemos, as coisas não se compliquem”, disse Manuel Fonseca à Lusa. Como a pandemia “ainda não acabou”, é necessário prestar atenção “a tudo o que se possa passar”, disse.

Segundo este autarca de Fornos de Algodres, no distrito da Guarda, neste período de verão, “havendo uma mobilidade maior” de pessoas, “aumentará, naturalmente, o risco”.

“Continuaremos atentos aos sinais que possam acontecer, para que não se complique, mais uma vez, a questão do Covid-19” no município, prometeu. O autarca referiu à Lusa que os emigrantes “vêm já preparados para este processo” e que “há uma autodisciplina” na forma como se movimentam no território.

“Não conseguimos prever o que possa acontecer no futuro, mas tanto as pessoas de Fornos de Algodres como todas as instituições particulares de solidariedade social e os bombeiros estão atentos a alguns sinais eventualmente negativos que possam acontecer”, indicou.

Manuel Fonseca não tem dúvidas em como os emigrantes e as pessoas que visitam o município de Fornos de Algodres terão sempre em conta o cumprimento das recomendações definidas pela DGS e disse que em eventos sociais “há sempre, por parte de quem organiza, uma preocupação enorme” com a segurança e a saúde.

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