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Casa de Portugal André de Gouveia adaptou-se à situação de confinamento

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O período de confinamento, no segundo trimestre do ano, antes das férias de verão, foi uma oportunidade para a Casa de Portugal André de Gouveia, na Cidade Universitária Internacional de Paris reorganizar alguns dos seus espaços e criar novas atividades para os residentes.

Por exemplo, Ana Paixão, a Diretora daquela instituição em Paris 14, transformou a Sala Pessoa num novo espaço de estudo, garantindo o distanciamento social e o “jardim interior” foi transformado num espaço de descanso e até numa horta, cultivada pelos residentes aos pés da estátua de Luís de Camões.

Desde o mês de março, os residentes dispõem de uma nova sala de estudo, graças ao mecenato da Fundação Gulbenkian e do fundo José Terra.

Aliás, graças à Fundação Calouste Gulbenkian, que transferiu a sua biblioteca para as instalações da Casa de Portugal, os residentes passaram a ter também dois novos estúdios de música.

Por outro lado, graças ao mecenato do banco CIC Iberbanco, o piano da Casa de Portugal foi reparado, com novos martelos e novas cordas.

Mas como nem só de música vivem os residentes, durante o confinamento foram criadas novas atividades na Casa de Portugal André de Gouveia, como por exemplo ioga, meditação, gravação de receitas de cozinha e concertos pelos residentes, assim como concursos de escrita e de dança entre as Casas da Cidade universitária.

Ana Paixão disse ainda, na newsletter que enviou antes das férias de verão, que alguns residentes da Casa foram apoiados pelo fundo de apoio financeiro criado pela Cité Internationale para ajudar os residentes com dificuldades.

 

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