Uma senha ser-lhe-á enviada por correio electrónico.
5AVVN83kLcE
Donativos LusoJornal

 

Christophe Malheiro nasceu na região de Paris, filho de emigrantes portugueses originários de Arcos de Valdevez. Cedo descobriu a paixão pelo canto e pela música popular, paixão que aumentou à medida do seu crescimento.

A primeira experiência musical em França aconteceu com a “Chorale des petits chanteur d’Asnières” e ao mesmo tempo começou a aprender a tocar acordeão. Rapidamente vai tocando em casamentos e batizados, festas de anos, festas de famílias, restaurantes, associações, entre outros.

Integrou também vários grupos folclóricos, desde os Cantares do Minho de Bernes-sur-oise, ao Flores do Minho de Asnières, continuando a apaixonar-se por músicas populares portuguesas.

Ao aprender a tocar e com a experiência do contacto musical, chegou um dia a vontade de escrever e compor os seus próprios temas. Foi assim que se afastou um pouco do seu cenário habitual.

Regressa com a participação nas festas em 2010 com Dj Rico e formando a banda “Lus’Amigos”, depois animando várias festas de associações, com animações ao ar livre, festas da música,…

De volta à sua paixão, a vontade de escrever e compor leva-o a conhecer Marco Rafeiro e Paula Soares que o ajudaram nesta caminhada. Saíram desta colaboração o primeiro tema com letra própria, “Vem Garota”, e a seguir “Amor de Verão” e muitos mais com a ajuda da Mprod.

Lança o seu primeiro trabalho em junho de 2014, seguido em 2016 do seu segundo álbum. Mais maduro e consistente, conta com temas tão diversificados, deste o mais popular ao inevitável kizomba.

A 11ª faixa deste segundo álbum de Christophe Malheiro “Homem Criança” é uma homenagem ao sobrinho.

Christophe anuncia para breve a saída do terceiro álbum. Um trabalho realizado em conjunto com Denis dos Santos, da DDS Studio, com temas sempre populares e com muita essência, que dão vontade de dançar e nos quais a RED Records France aposta.

 

Temas em destaque em 2021:

“Vagabundo do amor”, “Fada encantada”, “Quero voltar” e “Mãozinhas em cima”

 

Cultura

 

X