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João de Melo Alvim, o Cônsul Geral Adjunto de Portugal em Paris está em vigilância depois de ter feito a viagem à China no avião fretado pela França para repatriar Europeus, entre os quais 18 Portugueses.

O Consulado Geral de Portugal em Paris esteve na linha da frente desta operação. No fim de semana passado, o Cônsul Geral António Moniz esteve no Quai d’Orsay, à mesa das negociações com as autoridades chinesas para preparar o repatriamento.

O Airbus A380 da companhia aérea Hi Fly trouxe 250 cidadãos da cidade chinesa de Wuhan, foco do novo coronavírus, e aterrou na base militar de Istres, a sul de Marseille.

Os 18 Portugueses seguiram depois para Portugal a bordo de um avião da Força Aérea portuguesa.

O Airbus A380 descolou do aeroporto de Beja e em França recuperou cerca de 30 operacionais, entre os quais estavam médicos, técnicos de saúde, autoridades francesas e diplomatas dos países implicados na operação. João de Melo Alvim foi um deles e seguiu para Wuhan via Vietname.

O Cônsul Geral Adjunto já está habituado a “operações especiais e extremas”: foi chamado às Caraíbas aquando do furação que devastou Saint Barth, seguiu para a cidade da Beira, em Moçambique, aquando das últimas cheias, e agora disponibilizou-se para esta operação na China.

João de Melo Alvim acompanhou os Portugueses que regressaram da China, mas desembarcou em Paris e não seguiu para Portugal. Está atualmente no mais estrito isolamento, em casa, segue rigorosamente as medidas impostas pelas autoridades sanitárias francesas e está em contacto com a equipa médica.

O LusoJornal sabe que para já tudo está a correr com normalidade e João de Melo Alvim não tem qualquer sinal de ter sido contaminado pelo vírus. Em breve regressará ao Consulado Geral de Portugal em Paris.

 

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