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Desde pequenina que Nathalie Afonso tinha uma “queda” para as artes e quando lhe diziam que não tinha “perfil” para entrar na prestigiada Ecole Bulle, em Paris, não ligou, preferiu seguir os conselhos da mãe: tentar era gratuito! Tentou e entrou.

Depois de se formar foi para Portugal, porque descobriu o país já no fim da adolescência. Trabalhou em Portugal, Marrocos, Estados Unidos, Suécia, Itália,… mas emociona-se ainda quando diz que vai fazer um mural de homenagem a Amália Rodrigues na estrada que vai para Orly “onde se apanham os aviões da TAP para Portugal”.

Nesta conversa com Isabel Ribeiro, Nathalie Afonso fala-nos do “seu” Portugal, da “sua” arte e da componente solidária da sua personalidade já que participa em imensas associações de solidariedade.

 

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