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O comissário europeu francês dos Assuntos Económicos, Pierre Moscovici, comentou que Portugal fez “progressos consideráveis” na redução dos seus desequilíbrios macroeconómicos, mas sublinhou que ainda há trabalho pela frente, sobretudo na área das competências e da produtividade laboral.

Na conferência de imprensa do “pacote de inverno do semestre europeu”, no quadro do qual a Comissão Europeia faz uma avaliação dos progressos realizados pelos Estados-Membros na execução das prioridades económicas e sociais, o Francês Pierre Moscovici, referindo-se à situação de Portugal, começou por referir que o país “continua a enfrentar desequilíbrios, relacionados com a dívida externa, pública e privada”, ainda “consideravelmente acima dos valores de referência”.

Notando que “os riscos no setor bancário estão a diminuir”, com uma redução do crédito malparado, e “os desequilíbrios no mercado de trabalho estão a ser corrigidos”, e, de uma forma geral, “Portugal continua a reduzir os seus desequilíbrios macroeconómicos e vai consideravelmente no caminho certo”, o comissário comentou que “o principal risco está agora associado às competências e produtividade”.

Segundo comissário francês Pierre Moscovici, “a baixa produtividade laboral continua a ser um desafio” e “são necessários mais investimentos em investigação e inovação, requalificação, eficiência de recursos e infraestruturas de transportes”.

“É por isso que dizemos que houve progressos consideráveis, mas ainda há um pouco, não um pouco, algum trabalho a ser feito, que esperamos que seja prosseguido”, concluiu o Francês Pierre Moscovici.

 

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