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Cerca de 800 pessoas participaram esta manhã ao funeral do Chef Philippe da Silva que faleceu no passado dia 24 de abril, vítima de Covid-19. A emoção foi grande, sobretudo pela presença de 56 Chefs, vestidos a rigor, que representaram a profissão.

O funeral teve lugar na aldeia medieval de Brignoles onde morava Philippe da Silva. A igreja de Saint Sauveur foi pequena para acolher tanta gente e respeitar as regras sanitárias impostas. Mas depois da missa, todos acompanharam o corpo do Chef “estrelado” até ao cemitério da aldeia.

Apenas dois portugueses se deslocaram para esta última despedida a Philippe da Silva que nasceu no Algarve e veio para França com apenas 5 anos de idade: Joaquim Pires, empresário em Sainte Maxime e Cônsul Honorário de Portugal em Nice, amigo próximo de Philippe da Silva, e Jorge Gomes, Adjunto ao Maire de Beausoleil.

Philippe da Silva foi Chef do célebre Le Chiberta, em Paris, onde viveu durante cerca de 20 anos, antes de se instalar em Callas, no “Les Gorges de Pannafort”. Foi o primeiro português a receber uma estrela no célebre Guia Michelin. Serviu Barack Obama, o Príncipe Albert do Mónaco, Jacques Chirac ou François Hollande…

Aliás, as mensagens de condolências chegaram de vários horizontes, desde a classe política local e nacional, até ao mundo artístico, como foi o caso da sentida mensagem do cantor M. Pokora.

Um outro momento de emoção teve lugar quando, no cemitério, o autor, compositor e intérprete Michael Jones cantou “Je te done”, a canção que cantou milhares de vezes com Jean-Jacques Goldmann e que em Brignoles cantou com a companheira, ambos acompanhados à viola.

 

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