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O Conselho de Administração do grupo japonês Nissan aprovou por unanimidade a demissão de Carlos Ghosn do cargo de Presidente, após a sua detenção por alegada fraude fiscal.

A decisão põe fim a um período de cerca de 20 anos de Carlos Ghosn como um dos grandes dirigentes industriais.

O dirigente franco-brasileiro-libanês tinha sido detido na segunda-feira, em Tóquio, o mesmo tendo acontecido com o seu principal colaborador, Greg Kelly. Carlos Ghosn foi detido no Japão por alegadas acusações de fraude fiscal.

O dirigente franco-brasileiro-libanês continua em detenção provisória em território japonês.

De notar que o dirigente, que nasceu em território brasileiro, na cidade de Porto Velho, era até agora o número um do Grupo Renault-Nissan-Mitsubishi, grupo que acabou por se tornar, recentemente, no líder mundial na indústria automóvel no que toca à venda das viaturas em 2018, ultrapassando o grupo alemão Volkswagen.

Carlos Ghosn, de 64 anos, além de suspeitas de não ter declarado todos os rendimentos às autoridades japonesas, também está a ser investigado por alegadamente ter usado recursos das empresas em benefício próprio.

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