Uma senha ser-lhe-á enviada por correio electrónico.

O filme “A Febre”, da realizadora brasileira Maya Da-Rin, e a produção portuguesa “O Fim do Mundo”, do luso-suíço Basil da Cunha, venceram, respetivamente, as competições Internacional e Nacional de longas-metragens do festival IndieLisboa.

“A Metamorfose dos Pássaros”, de Catarina Vasconcelos, teve o prémio de Melhor Realização, no palmarés divulgado ontem, na sessão de encerramento das sessões competitivas, a decorrer na Culturgest, e “Victoria”, produção belga de Isabelle Tollenaere, Liesbeth De Ceulaer e Sofie Benoot, conquistou o Prémio Especial do Júri.

O Grande Prémio de Curta-metragem foi para a produção francesa “Tendre”, de Isabel Pagliai, enquanto “Meine Liebe”, de Clara Jost, recebeu o prémio de melhor ‘curta’ portuguesa.

“A Febre”, também conquistou o Grande Prémio Cidade Lisboa.

O júri da competição internacional foi composto pela programadora da Cinemateca Francesa Acroline Maleville, pela curadora Cristina Nord e pelo ativista Mamadou Ba, dirigente da associação SOS Racismo, especialista em Língua e Cultura portuguesas.

O júri da competição nacional foi composto pela distribuidora Louise Rinaldi, o realizador e produtor Michael Wahrmann e a fundadora do festival FilmaMadrid Nuria Cubas.

A secção Silvestre, dedicada a filmes “cuja rebeldia espelhe o espírito do festival”, distinguiu o cinema brasileiro e “a sua vitalidade […], num momento em que se encontra gravemente ameaçado”.

Nesta secção, o prémio de melhor ‘longa’ foi, em ex-aequo, para “Breve Miragem do Sol”, de Eryk Rocha, e “Todos os Mortos”, de Caetano Gotardo e Marco Dutra, enquanto o de melhor ‘curta’ foi para “Apparition”, de Ismail Bahride.

A curta-metragem libanesa “Douma Underground”, do realizador de origem síria Tim Alsiofi, recebeu os prémios de Melhor Documentário e da Amnistia Internacional.

“This is more”, do francês Nicolas Gourault, foi escolhida como melhor ‘curta’ de Animação, e a coprodução sinofrancesa “Shanzhai Screens”, de Paul Heintz, como melhor ‘curta’ de Ficção.

O Prémio Novo Talento foi para “Corte”, de Bernardo e Afonso Rapazote, e a Competição Novíssimos, para jovens cineastas, distinguiu “Contrafogo”, de Carolina Vieira, e, com uma menção honrosa, “Nestor”, de João Gonzalez.

O prémio IndieMusic foi dado aos documentários “Keyboard Fantasies” e “White Riot”.

Os prémios atribuídos pelo público do festival permanecem em votação até ao final deste domingo.

A 17ª edição do IndieLisboa – Festival Internacional de Cinema, que costuma realizar-se entre abril e maio, teve início em 25 de agosto, com uma seleção de mais de 200 filmes, e encerrou ontem a secção competitiva.

 

Cultura
X