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Lyon na 23ª posição, Paris no 51° lugar e Lisboa em 76º em ‘ranking’ de ‘Smart Cities’, apresentado em Lausanne na Suíça, que mede a forma como os cidadãos encaram o impacto no seu quotidiano das políticas para tornar a sua cidade ‘inteligente’.

Nos primeiros 10 lugares desta lista estão Singapura, Zurique, Oslo, Genebra, Copenhaga, Auckland, Taipé, Helsínquia, Bilbau e Dusseldorf.

O indicador ‘Smart City Index’, que foi apresentado pela primeira vez, considera a importância das necessidades dos cidadãos na conceção de políticas públicas em 102 cidades mundiais e foi elaborado pelo Observatório de Cidades Inteligentes do Centro Mundial de Competitividade do IMD, localizado na Suíça, em parceria com a Universidade de Tecnologia e Design de Singapura (SUTD).

O índice procura cruzar informação sobre aspetos económicos e tecnológicos com uma “dimensão humana” e foi elaborado com base num inquérito que avaliou a perceção dos cidadãos face ao seu meio urbano e aos serviços prestados e se as tecnologias inteligentes implementadas melhoraram as vidas dos habitantes, em áreas como o ambiente, a segurança, o acesso à educação e a serviços de saúde, a mobilidade e os transportes públicos, a interação social e a participação cívica.

Os resultados revelam que “o modelo de cidade inteligente está em franca expansão, e estas ‘smart cities’ são terreno fértil para novas experiências em áreas críticas como o planeamento urbano, a sustentabilidade energética, a mobilidade, a integração social e a atração de recursos humanos”, acrescentou, realçando que os “obstáculos que condicionam o crescimento de cidades inteligentes incluem a falta de alinhamento entre as prioridades das autoridades locais e as necessidades dos cidadãos”.

 

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