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O Conselho de Ministros aprovou na semana passada um Decreto-Lei que vem reconhecer aos motoristas em exercício de funções junto das Embaixadas e nas missões diplomáticas de Portugal no estrangeiro, a mesma carga horária que aos seus congéneres em Portugal, “pondo assim termo a uma situação discriminatória que se arrastava há quase seis anos” diz uma nota do Sindicato dos Trabalhadores das Missões Diplomáticas (STCDE). “Desde 2013 que, por força de decisão unilateral do Governo PSD-CDS, estes motoristas, trabalhadores em funções públicas, perfaziam 44 horas semanais”.

“Hoje, após terem trabalhado gratuitamente mais de 2.400 horas, ou seja, o equivalente a 15 meses de serviço, já que não receberam qualquer compensação financeira, esta injustiça é finalmente reparada” diz o Sindicato liderado por Rosa Ribeiro Teixeira (na foto). “O STCDE não pode deixar de realçar o empenho dos responsáveis políticos que tornaram esta decisão possível (Negócios Estrangeiros, Finanças e Secretaria de Estado da Administração e Emprego Público), destacando o papel determinante do Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas”.

 

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