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O Plátano do Rossio, o “Bem-Amado”, em Portalegre, é finalista do concurso “Árvore Europeia do Ano 2021” e concorre com mais 14 árvores europeias, entre as quais está um choupo francês da região Grand Est.

Plantado em 1838, o Plátano do Rossio é o maior da Península Ibérica. De porte majestoso, com 7 metros de perímetro de tronco, 37 metros de diâmetro de copa, em caramanchão, é o ex-libris de Portalegre. Guarda em si, nas suas longas e robustas pernadas, anos e anos de memórias coletivas e segredos infindáveis.

A candidatura foi apresentada pelo município de Portalegre porque, com 183 anos, o Plátano do Rossio há muito que é lugar de encontros e reencontros, ali nasceram clubes, associações e bandas filarmónicas. De admirável resiliência, continua a pasmar admiradores, a ouvir desabafos de solitários e a inspirar artistas.

A árvore candidata pela França é “La Pouplie” um choupo velho de 200 a 300 anos, em Boult-sur-Suippe, perto de Reims, intitulada também “Ninfa protetora do Vale de Champanhe”. Tem 38 metros de altura e uma circunferência de 9,6 metros.

A Pouplie foi também a protetora dos soldados da Grande Guerra que observavam o inimigo através dos ramos altos desta árvore. Fragilizada por um incêndio, a comunidade deseja nos dias de hoje protegê-la da urbanização.

A votação faz-se pela internet e, entretanto, a árvore mais votada está a ser uma Azinheira milenar de Lecina, em Espanha, com quase 40.000 votos. O Plátano de Portalegre só agora ultrapassou os 19.000 votos.

O Sobreiro assobiador de águas de Moura, no Alentejo, com 234 anos, foi eleita Árvore do Ano em 2018.

Foi lançado um apelo para que os Portugueses de França votem neste árvore candidata ao título de “Árvore Europeia do Ano 2021”.

 

Pode votar AQUI.

 

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