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Portugal vai voltar a nomear um Embaixador para a Missão permanente junto da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), com sede em Paris.

O último Embaixador de Portugal na Unesco foi Luís Filipe Castro Mendes, que depois foi transferido para Embaixador de Portugal junto do Conselho da Europa, em Strasbourg, até que António Costa o chamou para substituir João Soares no Ministério da Cultura.

O Governo de Pedro Passos Coelho considerou que não era necessário ter um Embaixador na Unesco e a Missão permanente de Portugal naquela organização mundial passou a ser chefiada pelo Embaixador de Portugal em França, na altura Francisco Seixas da Costa e agora José Filipe Moraes Cabral.

Mas com a eleição de Portugal para o Conselho executivo da Unesco, na semana passada, o Ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, anunciou durante a audição parlamentar sobre a proposta de lei do Orçamento do Estado para 2018 na área da política externa que «as nossas responsabilidades na organização são agora maiores, a necessidade que a organização tem da voz e do papel de países como Portugal é também maior», considerou.

O atual Embaixador de Portugal de Portugal em França e também Embaixador de Portugal junto da Unesco vai agora aposentar-se e o Ministro dos Negócios Estrangeiros entrou numa fase de escolha do novo Embaixador para a Unesco. Tanto mais que o novo Embaixador de Portugal em Paris, Torres Pereira, transferido de Pequim, entra agora em funções.

Portugal volta, assim, a ter quatro Embaixadores em França: o Embaixador bilateral, o Embaixador junto da Unesco, o Embaixador junto da OCDE – estes três em Paris – e o Embaixador de Portugal junto do Conselho da Europa, em Portugal.

Portugal foi eleito na semana passada para o Conselho Executivo da Unesco, mandato que irá prolongar-se até 2021, sendo a quarta vez que o país integra este órgão.

 

 

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