Uma senha ser-lhe-á enviada por correio electrónico.

Quim Barreiros e Johnny juntos em Argenteuil

LusoJornal / Mário Cantarinha LusoJornal / Mário Cantarinha LusoJornal / Mário Cantarinha LusoJornal / Mário Cantarinha LusoJornal / Mário Cantarinha LusoJornal / Mário Cantarinha LusoJornal / Mário Cantarinha LusoJornal / Mário Cantarinha LusoJornal / Mário Cantarinha LusoJornal / Mário Cantarinha LusoJornal / Mário Cantarinha LusoJornal / Mário Cantarinha LusoJornal / Mário Cantarinha LusoJornal / Mário Cantarinha LusoJornal / Mário Cantarinha LusoJornal / Mário Cantarinha LusoJornal / Mário Cantarinha LusoJornal / Mário Cantarinha LusoJornal / Mário Cantarinha LusoJornal / Mário Cantarinha

Era dia das mentiras, mas também era domingo de Páscoa. Talvez por isso, a sala Jean Vilar, em Argenteuil encheu completamente para mais um concerto organizado pela associação Agora. Em palco estavam dois «pesos pesados» das festas portuguesas: Quim Barreiros e Johnny.

Os dois tinham públicos fiéis à espera. «Esta sala é emblemática para o meio musical português e ver uma sala cheia como hoje é muito agradável, sem público não há festa, não há concerto e hoje estou muito feliz por ter feito este concerto» disse Johnny ao LusoJornal.

Quim Barreiros concorda. O artista já subiu muitas vezes a este palco. «Isto já nem é uma sala, isto é como o estádio da Luz, é uma catedral para os artistas portugueses». Por cá, há quem lhe chame o «Olympia português», mas tudo indica que desta vez vai mesmo fechar definitivamente.

O encerramento desta sala já foi várias vezes anunciado pela autarquia, mas o processo tem vindo a arrastar-se e as associações portuguesas têm continuado a realizar espetáculos na Jean Vilar. «Já passaram vários artistas aqui por esta sala, se foi o último concerto… fico feliz por ter feito mais um concerto, se é o último, logo se verá» disse Johnny ao LusoJornal, lembrando que por ali já passaram Tony Carreira e até Amália Rodrigues.

Quim Barreiros estava motivadissimo. «Venho de Portugal de propósito para esta festa, por isso vai ser uma festa à portuguesa» disse a sorrir. «É Páscoa, é dia de alegria, de amor, um dia festivo, é dia da nossa fé e por isso têm de contar comigo para fazer festa» prometeu ao LusoJornal. «Esta é a minha vida, não tenho natais, não tenho páscoas, não tenho festas de aniversário, sou profissional e quando necessitarem de mim, chamam-me eu alinho». Depois entrou em palco porque o público estava à espera para dançar e cantar.

Dentro de um mês vai chegar mais um disco de Quim Barreiros. «Faço um disco por ano, e o de 2018 sai no fim de abril» disse o artista que apresentou em Argenteuil o álbum do ano passado «O Zinho». «Toda a gente gosta do Zinho» disse a sorrir.

Johnny também vai ter novidades no fim do mês com a saída do novo álbum «Sentimentos» e explica ao LusoJornal que vai ser um disco «como o título, cheio de sentimentos». O álbum vai ser apresentado durante um concerto em Osny.

«Vai ter uma canção que foi feita para o meu avô, outra canção para a minha mãe e outra para as pessoas que gostam da minha música» explica ao LusoJornal, enquanto lança um apelo aos Portugueses de França: «Se puderem ir a todas as festas portuguesas, vão, porque seria pena se acabassem as festas portuguesas».

Em Argenteuil, o baile foi animado pelo duo Kathleen & Christian e o espetáculo entrou noite dentro, com um público sempre participativo.

 

 

Gostou deste artigo? Vote, participe!
Votação do Leitor 6 Votos
7.6
X