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O Fundo para as Relações Internacionais, para onde são canalizadas as receitas consulares, obteve um ganho global 48,095 milhões de euros em 2018, mais 16,9% do que em 2017, segundo o Relatório da Emigração.

Segundo o documento, elaborado pelo Observatório da Emigração, do total das receitas, 34,3% são provenientes do continente Americano, 28,6% de África, 22,1% da Europa e 15% da Ásia e Oceânia.

Face a 2017, os maiores aumentos registam-se na América e em África, com mais 17,1% e 19,2% respetivamente.

Brasil, Angola, Venezuela e França ocupavam, em 2018, os quatro primeiros lugares no ranking dos países com o maior volume de receitas do FRI, representando juntos 51,7% do total arrecadado pelo fundo, com um valor de 24,877 milhões de euros.

A Venezuela subiu em 2018 no ranking dos países, passando de 5.º para 3.º lugar, o que se traduz num aumento de verbas de 114,9% face a 2017, refere-se no relatório, com base em dados da Direção Geral dos Assuntos Consulares e das Comunidades Portuguesas (DGACCP).

As restantes posições são ocupadas pela China, Grã-Bretanha, Cabo Verde, África do Sul, Suíça e Estados Unidos da América, todos com um aumento face a 2017.

No ano de 2018, o consulado geral em Luanda, com 13% do total das verbas para o FRI, ocupou o 1.º lugar no ranking, seguido do consulado geral em São Paulo, com 10,3%.

Seguem-se os consulados gerais em Caracas, Paris e Valencia, sendo que a subida dos dois postos venezuelanos se deve “à situação de crise no país, com uma maior procura dos serviços por parte dos cidadãos portugueses”.

No final do ano de 2018, a rede externa portuguesa tinha um total de 117 postos de carreira e 221 postos honorários, dos quais 210 em funcionamento.

Do total de postos de carreira, 69 são secções consulares, 38 consulados gerais, dois consulados e oito vice-consulados.

Em relação aos consulados honorários, segue a sua distribuição por continente, estão 210 em funcionamento, sendo 82 na América, 64 na Europa, 38 na Ásia, 28 na Europa e quatro na Oceânia.

 

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