Lamentos Lamento este mundo assim Tão próximo do fim Lamento a sua destruição Vítima de todo o tipo de poluição Lamento os animais em extinção Vítimas de modas e de
Amor Adolescente Depois do primeiro beijo Que fez nascer o desejo Nesse coração adolescente Cheio de Amor inocente Nasceu a vontade de Amar De tudo receber, tudo dar Viver o momento
Férias de verão Até que enfim, finalmente chegaram As férias tanto sonhadas Férias de que muito falaram Preparando as belas jornadas Férias de verão, que beleza Tempo de grande moleza
Criança Criança, ser adorável, pura Meiga e doce ternura Frágil e delicada como uma flor A rosa mais bela do jardim do amor Criança, tu és o sol de cada
Apaga a Luz Apaga a luz, amor, Apaga a luz! Para te ver E, com as minhas mãos, antever As ondas do teu corpo predisposto, Onde coabito, onde pernoito. Onde transito,
Dá-me a tua mão Eu, inocente, Dá-me a tua mão, Faço questão, Mas tu, indiferente, Florescente, Corres veloz, E eu, sem voz, Sem pernas para ti, Fico aqui. Eu, ciente,
Un passage J’ai vu un peu de ton enfance Elle est tellement vite passée J’ai eu depuis des romances Toutes sont venues me blesser. Pourquoi suis-je monté si haut Puisqu’il
O respeito Nasci descalça, Mas a sonhar Igualdade Liberdade Pairavam no ar! Não, a sonhar, não: Eu vi cravos! E a multidão. Unidade Fraternidade Mão na mão! Continuei descalça,
Coimbra Coimbra, cidade de poetas e escritores Das capas negras dos doutores Coimbra berço de reis Ao todo foram seis O Conde D. Henrique concedeu-te foral Foste capital do Reino de
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