Dá-me a tua mão Eu, inocente, Dá-me a tua mão, Faço questão, Mas tu, indiferente, Florescente, Corres veloz, E eu, sem voz, Sem pernas para ti, Fico aqui. Eu, ciente,
Un passage J’ai vu un peu de ton enfance Elle est tellement vite passée J’ai eu depuis des romances Toutes sont venues me blesser. Pourquoi suis-je monté si haut Puisqu’il
O respeito Nasci descalça, Mas a sonhar Igualdade Liberdade Pairavam no ar! Não, a sonhar, não: Eu vi cravos! E a multidão. Unidade Fraternidade Mão na mão! Continuei descalça,
Coimbra Coimbra, cidade de poetas e escritores Das capas negras dos doutores Coimbra berço de reis Ao todo foram seis O Conde D. Henrique concedeu-te foral Foste capital do Reino de
Maman Maman, depuis que tu es partie J’ai perdu l’envie et même le goût Les jours passent je m’appauvris Je ne vois plus de visage doux. Toutes les nuits je
Família Nos campos lusitanos da minha infância, No emaranhado dos meus pensamentos Cresciam sonhos de exuberância Aos quais, pai e mãe, não estavam atentos! No passado fugidio da primária, Imensidão
Mês de Maio Maio que mês extraordinário Da aparição e do Santo Rosário Luz de velas e procissões Promessas e orações Em Fátima, altar do mundo Mariano de Fé e devoção
Coração Notre Dame Se não tens o coração Notre Dame por mim, lanço-lhe chamas vermelhas dos meus confins, lavaredas de entontecer, ao fim da tarde, ao escurecer, para destruir a indiferença,
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