Azul Nesse mar azul, Queria tanto mergulhar, Atingir a tua alma E dela disfrutar. E, esse mar azul, Que tanto pode mostrar! Imensidão que transborda, Reduzida a um olhar.
Em 1916, Portugal entra na Primeira Guerra Mundial. É formado o Corpo Expedicionário Português, chegando a França a 2 de fevereiro de 1917. No Cemitério militar português de Richebourg, localizado no departamento
Ausência Sinto a falta; Dos teus braços A enlaçar o meu peito A partida, A chegada; Das tuas mãos Fortes e Usadas A querer reter o Instante… Sinto a falta; Da tua
Ela não sabia se para além daquele muro outra vida existia não sabia se o sorriso aquele sorriso que nasce da felicidade ainda existia ela nem sabia se o malmequer podia também
Nasci em casa da avó e muito cedo conheci o viver só (tempo em que sentada na manta via através do portão de tábuas desiguais passar algum vizinho enquanto o avô não
Agradecimento Como é bom viver, Como é bom amar, Sentir o coração bater Ouvir o nosso respirar E sem asas poder voar Como é bom ser feliz e partilhar Sentir
Os poetas portugueses de França, sejam eles eruditos ou populares, como é o caso de Joaquim Alexandrino, exprimem em geral os sentimentos e as mensagens próprias de uma Comunidade que vive entre
Acaba de sair do prelo o volume II da antologia “Poetas lusófonos na diáspora”, com a participação de 24 poetas e prefácio de Luísa Semedo. Depois de ter publicado, em 2016, a
Neste dia em que festejamos os que nos deixaram, publicamos dois poemas de amigos que me confiaram seus dizeres em poesia. O primeiro poema é de José Sabino, amigo que nos deixou
A Oxalá Editora, vocacionada para a publicação de obras de autores a viver fora do país, prepara a segunda Antologia de Poetas Portugueses na Diáspora, a ser publicada no outono de 2018.
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