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Após a catástrofe dos incêndios de Pedrógão Grande, a Academia do Bacalhau de Paris decidiu apoiar as vítimas desta tragédia e contribuiu com 40.000 euros revertidos pela «Association Solidarité d’aides aux victimes des incendies de Leiria».

A 19 de junho, elementos da Academia juntaram-se a um grupo de pessoas e associações, de maneira a evitar o dispersar das ações e boas-vontades no âmbito das possíveis ajudas às vítimas dos incêndios. A «Association Solidarité d’aides aux victimes des incendies de Leiria», composta por vários membros fundadores, entre os quais se encontra a Academia do Bacalhau de Paris, ao lado da Rádio Alfa, Les Copains d’Hugo, à la Découverte du Portugal, mas também “Compadres” da Academia do Bacalhau de Paris a título pessoal, como Mário Martins, Fernando da Costa e Mapril Batista, recolheu todos os donativos para os entregar em mão, a 19 de julho, a Raul Castro, Presidente da Comunidade das Coletividades da região de Leiria, que se comprometeu a entregar a totalidade do montante ao Fundo Revita o mais rapidamente possível para financiar a reconstrução das casas destruídas.

Este grupo de pessoas de boa-vontade recolheu 365.000 euros, como já foi noticiado pelo LusoJornal, sendo que este é um montante provisório, já que as contas bancárias continuarão abertas até 31 de dezembro de 2017, permitindo aumentar o valor.

Por seu lado, a Academia do Bacalhau de Paris contribuiu com 40.000 euros, fruto dos donativos e do concerto realizado a 7 de julho, no Santuário de Nossa Senhora de Fátima em Paris.

A 22 de junho, a Academia do Bacalhau de Paris já tinha doado 36 caixas de roupa para ajudar as pessoas de Pedrógão Grande e de outras aldeias afetadas por este incêndio. “Evidentemente, mantemo-nos à disposição para o que for necessário” diz Fernando Lopes, o Presidente da Academia parisiense.

A Academia do Bacalhau de Paris já propôs também ao Presidente da Câmara de Pedrógão Grande, Valdemar Alves, uma reunião com o objetivo de discutir outras eventuais ajudas, como o acompanhamento das crianças afetadas. “Poderemos fazer algo como a compra de material escolar ou de outros artigos úteis ao longo do tempo, por exemplo” diz Fernando Lopes. “Uma palavra de agradecimento às associações, às empresas e aos particulares que se juntaram a nós para chegar a este resultado”.

 

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