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O quarto romance do escritor Nuno Gomes Garcia, “Zalatune”, com chancela da Manuscrito, foi apresentado ontem nas plataformas da editora e do LusoJornal, pelo escritor Richard Zimler, pela filósofa Luísa Semedo e pela editora Marta Miranda.

Segundo a editora, Nuno Gomes Garcia “apresenta-nos uma história que combina mistério, conspiração política, ódio visceral e ainda um amor proibido entre duas pessoas que deveriam detestar-se”.

Mas o livro é mais do que isso, é “uma discopia perturbadora e cativante que vai obrigá-lo a debruçar-se sobre os perigos profundos do populismo, da manipulação da opinião pública e do casamento entre a política e as novas – e cada vez mais ubíguas – tecnologias” como diz o escritor Richard Zimler

Nuno Gomes Garcia é arqueólogo, mas trocou Matosinhos, a terra onde nasceu em 1978 para a região de Paris, por amores. É colaborador do LusoJornal e “Zalatune” é o seu quarto romance, depois de “O Soldado Sabino” (2012), “O dia em que o sol se apagou” (2015) e “O homem domesticado” (2017).

 

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