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A Intersindical FO-CFTC da Caixa Geral de Depósitos (CGD) em França e a Comissão de Negociação eleita pelos trabalhadores “regozijaram-se” hoje com a decisão de manter a operação de retalho do banco público naquele país.

Em comunicado, “a Intersindical e a Comissão de Negociação regozijam-se com esta decisão do Governo que constitui uma primeira vitória após dois meses e meio de greve e de mais de uma dezena de manifestações e diligências ao nível político, como as audiências junto da Comissão parlamentar de Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa, da Presidência da República e dos grupos parlamentares do BE, CDS, PSD e PS”.

Ao mesmo tempo, “a Intersindical representativa dos sindicatos maioritários da CGD e a Comissão de Negociação agradecem a todos os atores, partidos políticos em Portugal, centrais sindicais em França, clientes e organismos públicos que os apoiaram neste movimento contra a privatização da CGD em França e a continuidade do serviço público à clientela portuguesa em França”, refere a mesma nota.

Em causa está a informação divulgada pelo Ministério das Finanças na quinta-feira, de que a CGD iria manter a operação de retalho em França.

A tutela deu conta de que, no contexto das negociações com a Comissão Europeia para a atualização do plano estratégico da CGD para 2017-2020, “a sucursal francesa foi reconhecida como atividade relevante para a operação do grupo CGD”. Neste contexto, segundo o Ministério das Finanças, “o banco público continuará a manter a operação de retalho em França”.

 

 

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