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Política

 

 

O Presidente da Iniciativa Liberal, João Cotrim Figueiredo, considerou ontem muito importantes as eleições legislativas que vão ser repetidas no círculo da Europa, garantindo que, para os Liberais, o voto e a opinião dos emigrantes contam.

João Cotrim Figueiredo esteve em Bruxelas para ações de campanha no âmbito da repetição das Legislativas no círculo da Europa, tendo explicado à Lusa que a sua presença junto das Comunidades portugueses serve para “marcar a importância” que estas eleições têm para os Liberais, tratando-se de um sufrágio repetido.

“É uma eleição que ocorre já depois de conhecido o resultado essencial da eleição, ocorre com uma motivação muito inferior, ocorre com os emigrantes muito desiludidos e indignados legitimamente pela forma como foram tratados os seus votos e ocorre num momento de grande desmobilização”, lamentou.

Por isso, a deslocação de João Cotrim Figueiredo a Bruxelas e a Berlim tem como intenção contrariar esta desilusão, falta de motivação e indignação e deixar claro que, para os Liberais, o voto e a opinião dos emigrantes portugueses conta.

O Presidente da Iniciativa Liberal afirmou não ter expectativa de eleger um dos dois Deputados em disputa já que isso seria “muito difícil” porque o número de mandatos dos círculos da emigração torna muito complicado que “um partido pequeno consiga eleger no atual contexto”.

“Mas isso, para nós, nunca foi motivo para deixar de dar importância aos círculos eleitorais onde temos menos hipóteses. As pessoas que cá estão, desse ponto de vista, são particularmente próximas ao coração da IL porque são prova viva que a estagnação de Portugal produz este tipo de resultado que é dramático”, lamentou.

Portugal, segundo João Cotrim Figueiredo, “está com necessidades grandes de desenvolvimento e os seus melhores estão a sair porque não têm oportunidades” no país.

“Damos muita importância a estas eleições porque são Portugueses que nós gostaríamos muito de poder convencer a voltar ao país e para isso precisamos de criar condições em Portugal que sejam diferentes daquelas que os obrigaram a sair”, reiterou.

 

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