Manoel Batista volta a concorrer à Câmara de Melgaço e quer Centro documental para o espólio de Jean Loup Passek

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O atual Presidente PS da Câmara de Melgaço, Manoel Batista, disse que concorre, pela última vez, às eleições de setembro para manter a maioria e “consolidar” o “trajeto” iniciado há oito anos no concelho. E definiu como “grande objetivo” a requalificação das estruturas ligadas à cultura, como a Casa da Cultura, e a construção de um edifício para a instalação do arquivo municipal e de um centro documental para o espólio que o francês Jean Loup Passek, escritor e crítico de cinema, doou ao município, “dois grandes desafios infraestruturais num investimento global que poderá chegar aos 4,5 milhões de euros”.

Em declarações à Lusa, o candidato socialista em Melgaço, no distrito de Viana do Castelo, que em julho completou 56 anos, disse que o objetivo da sua recandidatura passa por manter os atuais cinco mandatos autárquicos, para “não elevar fasquias”.

Natural do Rio de Janeiro, no Brasil, e residente em Melgaço, o candidato formado em Teologia apontou a “capacitação do acolhimento empresarial” do concelho como um dos “grandes desafios” que tenciona concretizar.

“A construção da nova zona empresarial está a correr a toda a velocidade. A consolidação da capacidade de acolhimento empresarial, com a instalação de empresas de valor é um grande desafio”, disse.

O socialista, que entrou para a Câmara de Melgaço em 2009, no último mandato do ex-Presidente Rui Solheiro, definiu ainda como “crucial” a continuidade “da valorização dos produtos locais, encontrando novas formas de ajudar os produtores locais a acrescerem valor aos seus produtos e a descobrir novos mercados”.

Em Melgaço, além de Manoel Batista, concorrem às eleições autárquicas José Passos Rodrigo pelo PSD e Horácio Lima, pela CDU.

 

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