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Portugal vai procurar conquistar medalhas no campeonato da Europa de ténis de mesa por equipas, na cidade francesa de Nantes, entre 03 e 08 de setembro, assumiram os jogadores lusos.

“As expectativas não poderiam estar de outra forma que não elevadas, porque temos vindo a fazer bons resultados, quer em Europeus quer em Mundiais. Por isso as expectativas são altas”, afirmou Tiago Apolónia, em declarações à agência Lusa.

Em masculinos, a equipa vai defrontar a Grécia e a Turquia numa primeira fase, enquanto em femininos o conjunto vai defrontar a Rússia e a Croácia. Nesta fase apenas o primeiro classificado passará à fase seguinte, algo que faz a formação lusa redobrar os cuidados, mantendo as expectativas elevadas.

No lote de convocados masculinos todos têm em mente o objetivo da conquista de uma medalha, ainda assim, a cautela é a palavra de ordem, visto que para passarem aos quartos de final necessitam de vencer os dois jogos da fase de grupos.

“Estamos todos fisicamente bem, à exceção do João Geraldo que não vai poder ir. Os cinco que vão estão todos em boas condições e isso deixa-nos confiantes”, referiu Apolónia.

Sobre os objetivos, Apolónia ‘piscou’ o olho às medalhas ainda assim foca a necessidade de pensar inicialmente em passar a fase de grupos e só depois pensar mais a fundo nisso.

Marcos Freitas (na foto) também apontou para altos objetivos, lembrando que Portugal “é uma potência europeia e também mundial” da modalidade.

“Esta é uma prova que já ganhámos, já fomos segundos, já fomos terceiros, por isso, é óbvio que as expectativas são altas. Mas a responsabilidade também é muita”, salientou.

Mesmo assim, Marcos Freitas garante que a equipa das ‘quinas’ está preparada.

“A Europa é muito forte em termos de ténis de mesa. Mesmo sendo Portugal uma das melhores equipas sabemos que existem equipas com as quais podemos perder se não dermos o melhor. Isso já aconteceu. Temos que dar o máximo em todos os jogos para alcançarmos os nossos objetivos”, afirmou Freitas.

Por outro lado, João Monteiro defendeu que “já não existem grandes desníveis entre as equipas que participam nestas provas”.

“Vamos ter adversários muito difíceis. Vai ser complicado, mas aqui estamos para dignificar a camisola da seleção nacional”, concluiu.

No setor feminino, a seleção é formada por Fu Yu, Leila Oliveira, Rita Fins e Shao Jieni e orientada tecnicamente por Xie Juan.

Leila Oliveira assegurou que a “equipa está a treinar bem e que está focada em, inicialmente passar a fase de grupos”, um desafio que acredita ser possível.

 

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