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Na Tertúlia do LusoJornal desta semana, falámos de radicalismo islâmico na Comunidade portuguesa. Contámos a história de Teresa, uma portuguesa que lutou durante muitos anos para tirar o filho franco-tunisino Omar da prisão de Zarzis (Tunísia), mas o filho acabou por morrer na Síria; falámos de Mickael dos Santos, um jovem nascido em Portugal, mas que se radicalizou em Champigny, antes de partir também para a Síria; falámos da lusodescendente Priscília, vítima do ataque ao Bataclan, quem sabe se assassinada por um dos terroristas, Ismael, também ele lusodescendente?
A situação dramática que se vive na província de Cabo Delgado, no norte de Moçambique, na fronteira com a Tanzânia – mais de 600 ataques de islamistas, cerca de 2.000 mortos, muitos deles jovens adolescentes e 400.000 refugiados – está a comover a Comunidade portuguesa. Um movimento nasceu nos Estados Unidos e está a alastrar pela Europa.

A Tertúlia do LusoJornal sobre Comunidades e Políticas de Comunidades tem lugar, em direto, todas as segundas-feiras à noite, entre os jornalistas Nuno Andrade Ferreira (Cabo Verde) e Carlos Pereira (Paris), a cofundadora do Observatório dos Lusodescendentes Emmanuelle Afonso e a ativista associativa Isabelle Coelho Marques (Estados Unidos).

 

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