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A petrolífera francesa Total decidiu disponibilizar cerca de 450 mil euros para apoiar projetos de formação de professores em escolas primárias moçambicanas, anunciou a empresa.

“O apoio à educação é parte do nosso programa alargado de investimentos sociais, que visa contribuir para desenvolvimento sustentável das nossas comunidades”, disse o diretor-geral da Total em Moçambique, Ronan Bescond, citado em comunicado.

A formação de professores enquadra-se no projeto de educação Better, uma iniciativa já em curso e que resulta de uma parceria entre os governos moçambicano e do Canadá.

Desde 2015, o projeto apoia institutos de formação de professores em Cabo Delgado, Niassa, Tete e Maputo, com materiais pedagógicos inovadores, além de incentivar a capacitação de futuros professores.

A Total lidera o Projeto Mozambique LNG, o primeiro empreendimento de gás natural liquefeito em terra a explorar as reservas da bacia do Rovuma, no norte do país, arrancando em 2024 com dois módulos de liquefação com uma capacidade nominal de 12,88 milhões de toneladas por ano.

A petrolífera francesa encabeça o consórcio com 26,5%, ao lado da japonesa Mitsui (20%) e da petrolífera estatal moçambicana ENH (15%), cabendo participações menores à indiana ONGC (10%) e à sua participada Beas (10%), à Bharat Petro Resources (10%), e à tailandesa PTTEP (8,5%).

Recorde-se que Ronan Bescond foi nomeado vice-presidente e diretor-geral do projeto de exploração de gás natural que a empresa lidera em Moçambique em Outubro deste ano. Ronan Bescond, de nacionalidade francesa, trabalha na Total há 20 anos.

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