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Caminha registou, em 2019, 60 novos cidadãos oriundos de países da União Europeia a requerer residência naquele concelho do distrito de Viana do Castelo, número que, segundo informou a Câmara local, é o “mais alto de sempre”. 14 de entre eles são franceses.

Em comunicado, a autarquia do distrito de Viana do Castelo adiantou que aquele valor “configura um recorde, dando continuidade ao crescente número de estrangeiros que, nos últimos seis anos, têm escolhido o concelho de Caminha para a sua residência”.

Segundo os dados fornecidos pelo município presidido pelo socialista Miguel Alves, em 2016, registaram-se 19 estrangeiros, no ano seguinte 31 em 2017, 42 em 2018 e, em 2019, um máximo de 60 novos residentes” naquele concelho, com cerca de 16.500 habitantes.

Para Miguel Alves, citado na nota, trata-se de um “indicador que acompanha todos os outros de incremento do número de turistas, de aumento da compra e venda de imóveis, de mais proveitos na economia local”.

“Nos últimos cinco anos, o número de novos residentes dos países da União Europeia foi o triplo dos cinco anos anteriores. As pessoas podem ler e pensar que 60 novos residentes, durante um ano, são poucos mas se pensarmos que neste número não cabem os novos residentes de países fora da União e que, por exemplo, em 2018 nasceram 117 bebés no concelho – metade dos novos residentes – talvez compreendamos que estamos a ter resultados no esforço para estancar a perda de população graças à melhoria das condições de vida no concelho de Caminha”, realçou.

Os franceses lideraram a tabela de novos residentes em 2019 com 14 novos “caminhenses”, seguindo-se os espanhóis com 12, os alemães com 9 e os cidadãos de Itália e Reino Unido com 8 novos residentes cada um.

No deste ano de 2020 “já se inscreveram dois novos residentes estrangeiros no concelho da foz do Minho”.

 

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