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“Sem festas não há sócios”. É desta forma direta que o Presidente da associação portuguesa de Chaville, M. Do Carmo, resume a situação difícil do movimento associativo português em geral e o da sua associação em particular.

“Realmente isto está a ser complicado para a associação de Chaville, com alguns eventos previstos que tivemos de anular” explicou ao LusoJornal. “Tudo o que mais me preocupa é que temos os seguros para pagar e os meios são poucos”.

Uma das características do movimento associativo português em França é o facto de ser autofinanciado. “Sem poder organizar festas, não podemos gerar fundos. Sem festas não há sócios”.

Por isso M. Do Carmo diz-se “bastante preocupado” e teme que, sem ajudas, o grupo folclórico tenha de vir a decidir “se continua ou se temos de pôr a chave na porta”.

 

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