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O responsável máximo pela Saúde no distrito de Bragança, Carlos Vaz, expressou preocupação com os casos importados na situação sanitária da região, embora garanta que os hospitais estão mais preparados para uma eventual segunda vaga de Covid-19.

O desconfinamento “fundamentalmente depois o mês de agosto, com a abertura das fronteiras e o regresso dos emigrantes” são agora a “grande preocupação” do responsável pelos serviços de saúde na região. “O distrito esteve quase 15 dias sem nenhum caso, mas nos últimos tivemos sete, oito casos, todos vindos de Lisboa e Vale do Tejo, gente que veio de férias nos feriados. A nossa grande preocupação é que essas pessoas estão assintomáticas, mas estão com os pais, estão com os avós”, declarou.

“A gente nova aguenta bem muitos nem dão por ela que têm o vírus, mas ao contactar os avós, os pais, pode criar novas bolsas de pandemia que nos preocupa muito, daí nós mantermos a estruturas todas e estarmos preparados para uma segundo vaga”, afirmou.

Nos três hospitais da região, que servem cerca de 130 mil utentes, há 18 pessoas internadas e apenas uma nos cuidados intensivos, segundo a ULS do Nordeste, que já fez cerca de 17 mil testes desde o início da pandemia.

A pandemia “trouxe melhorias” aos serviços, tanto ao nível de equipamento como de recursos humanos, com novas contratações de pessoal, a quase duplicação de ventiladores para cerca de 40, a remodelação da ventilação com extratores de alta potencia e novos circuitos para segurança nos três hospitais da região, concretamente Bragança, Mirandela e Macedo de Caleiros.

 

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