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O ministro português da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, destacou, em Santa Margarida, o envolvimento das populações e o teste às novas armas ligeiras no final do exercício militar ORION 19, que envolveu durante 10 dias mais de 1.300 militares de vários países, incluindo a França.

“São exercícios de grande importância para que as nossas forças, quando estão em missão no estrangeiro, tenham as melhores condições de segurança no cumprimento das suas missões”, afirmou à Lusa João Gomes Cravinho, notando que, sendo exercícios “fundamentais”, este foi “extremamente interessante porque envolveu interação com entidades civis em situações de perímetro urbano”, recriando cenários em que “as populações têm necessidade de interagir com autoridades locais”, tendo “tudo isso sido testado” neste exercício ORION 19.

O ministro da Defesa Nacional falava à Lusa em Constância (Santarém), à margem do maior exercício anual conduzido pelo exército português em solo nacional, e que contou este ano com a participação de militares de França, Espanha, Estados Unidos da América, Lituânia, Roménia, Brasil e Grécia, tendo culminado no Campo Militar de Santa Margarida com uma demonstração global de capacidades, com execução de fogos reais e apoio aéreo próximo.

O ministro da Defesa Nacional disse à Lusa que as novas armas ligeiras do Exército, constituídas pelas espingardas automáticas SCAR-L e SCAR-H, pistola Glock e pelas metralhadoras ligeira e média, FN Minimi 5.56 Mk3 e FN Minimi 7.62 Mk3, foram testadas no ORION 19 e que, “em princípio, o contingente paraquedista que parte em março de 2020 para a RCA irá já com a nova arma”, tendo feito notar que este exercício “faz parte desse processo de aprontamento”.

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