«Quem comer este pão viverá eternamente». No dia do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, estas palavras lembram-nos que a Eucaristia não é um ritual a cumprir, mas uma vida a receber.
«Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por Ele». Muitas vezes imaginamos o mistério da Santíssima Trindade como um frio enigma matemático: três pessoas num único Deus. Mas
No próximo domingo celebraremos a Festa do Batismo do Senhor. Em pouco mais de quinze dias, fomos convidados a meditar o nascimento de Jesus em Belém, a visita dos reis magos e
No dia em que a Igreja celebra a solenidade da Epifania (do grego επιφάνεια que significa “manifestação”) normalmente é anunciada, durante a missa e de forma solene, a data da próxima Páscoa,
O Evangelho do próximo domingo (Festa da Sagrada Família) convida-nos a visitar de novo o presépio, mas descobrimos com surpresa que o cenário sereno do “menino nas palhinhas deitado” transformou-se completamente: os
O Evangelho do próximo domingo, dia 22, propõe-nos o relato, quase integral, do nascimento de Jesus, na versão do evangelista Mateus (é-nos apenas omitido o último versículo : «(…) ela deu à
No Evangelho do próximo domingo, dia 15, escutaremos a pergunta que, da prisão, João Baptista pede que coloquem a Jesus: «És Tu Aquele que há de vir ou devemos esperar outro?» João
Continuamos o caminho de preparação para o Natal e no Evangelho do próximo domingo, João Baptista descreve o Messias que irá chegar com estas palavras: «[Ele] tem a pá na sua mão:
No próximo domingo, dia 1 de dezembro, iniciaremos o primeiro ano do ciclo litúrgico trienal, o chamado “ano A”. O primeiro domingo do ano marca também o início do Advento (do latim
Titulus Crucis (literalmente, “título da cruz”) é o nome tradicionalmente dado ao letreiro que, como escutaremos no Evangelho do próximo domingo, foi colocado no topo da cruz de Jesus. De facto, o
O Evangelho do próximo domingo, dia 17, faz parte dos famosos discursos sobre o “fim dos tempos” que encontramos normalmente nas últimas celebrações do ano litúrgico (de facto, está à porta o
Dizer abertamente «acredito na ressurreição dos mortos» é uma tarefa delicada. Por um lado, esta afirmação é um elemento irrenunciável da nossa fé. Por outro, sabemos que há quem veja na esperança
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